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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Fundação Ema Klabin - Jardim Europa

    Ahhh e finalmente consegui ir em um dos lugares mais aguardados por mim. A Fundação Ema Klabin.
    Se vocês querem saber o motivo do qual eu queria TANTOOO ir é super fácil perceber pelas fotos abaixo. O lugar é incrivelmente lindo e ainda é mais maravilhoso por dentro.
    Quando estou pesquisando sobre lugares que posso escrever no blog o nome Fundação Ema Klabin sempre aparece em qualquer lugar, então eu acabei colocando na minha cabeça que um dia eu iria visitar a Fundação e checar o jardim que ali tem (afinal sou apaixonada por jardins e flores).
    Minha jornada para entrar na Fundação não foi fácil, afinal já tinha tentado ir duas vezes (na primeira encontramos o lugar fechado e na segunda eu cheguei algumas horas antes de abrir, o lugar abre as 14h, e cheguei as 10 da manhã, aí resolvi ir embora). Dessa vez, fui preparada e consegui entrar (as 14h, claro!!). Paguei 10 reais para entrar e adentrei no mundo de Ema Klabin.
    Ema Klabin nasceu no Rio de Janeiro e foi uma mulher super fascinante. Ela era colecionadora de obras (chegaremos nessa parte logo), tomou conta dos negócios do pai quando ele morreu, construiu uma casa maravilhosa, viajou o mundo e ainda inspirava arte para o Brasil. Ufa! Falei, ela era uma pessoa super fascinante.
    Conheci a vida de Ema em um video no começo da visita e em sua casa, pois deixaram a casa do jeito que ela deixou, com os móveis em todos os lugares onde estavam antes e todas as suas obras de coleção. Maravilhoso.
    A visita foi muito interessante com acesso a todas as acomodações da casa (que é quase um palacete), uma visita ao jardim (também chegaremos nessa parte daqui a pouco) e ainda uma checada em todas as obras que eram da coleção de Ema. As obras passam por artistas brasileiros como Portinari e Lasar Segall e por obras de artistas do mundo todo. Do Japão até a Holanda, vemos obras antiquíssimas até mais novas.
    E agora vamos chegando para a parte que eu sempre gosto por demais. O jardim. Bom, quem me conhece sabe que eu amo qualquer tipo de jardim e o jardim da Fundação não me decepcionou. O jardim tem um lago com carpas (tinha uma carpa amarela linda que eu nunca tinha visto uma parecida), com várias árvores e vista para o MIS (onde está tendo a exposição do Tim Burton). É de tirar o ar (só isso que eu tenho para falar).
    Gostaria de agradecer a Raquel que foi a minha guia no lugar. Ela, que me mostrou o lugar inteiro por duas horas e me tirou dezenas de dúvidas que tinha ainda deixou a visita mais interessante e ainda me deu ideias com assuntos acadêmicos. Obrigada pela atenção.
    Informações adicionais: O lugar tem uma biblioteca onde você pode encontrar livros antigos e melhor, você olhar os livros e pesquisa-los, basta mandar um email para a Fundação e pedir. O lugar também oferece atos musicais e tem uma programação cultural de babar, só olhar no site a programação e ser feliz. Ahhh, outra coisa. De sextas, a Fundação é de graça e não precisa marcar horário, é só chegar lá e visitar (recomendo).
     Infelizmente não pode tirar fotos dentro do lugar, então não vou conseguir mostrar o quão lindo é, masssssss tenho fotos do jardim para mostrar.








































quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Museu da Imigração de São Paulo

     É, eu sei. Essa vez eu demorei para postar. Poxa, desculpa. Sabe como é né.
     Bom, hoje vim falar de um lugar MARAVILHOSAMENTE LINDO. O Museu da Imigração de São Paulo.
     O lugar que era exatamente onde imigrantes chegavam e ficavam antes de ser mandados para outras cidades e para trabalhos, hoje é um museu. Um museu super divertido, com muitas coisas para fazer e como eu disse, lindo.
     O museu fica na região da Mooca (que na verdade é a única coisa ruim do museu, por que a região tem vários moradores de rua e pior, tem uma instituição perto que na frente estava pelo menos uns 500 moradores de rua. Ficamos com medo que até consideramos ir embora, mas graças a deus não fomos, pois valeu muito a pena). Ele fica perto do metrô e fica bem fácil de chegar.
     Quando você vira a esquina do metrô, você dá de cara com uma arquitetura impressionante e diferente de tudo o que vemos por aí. Vemos um jardim fantástico e também um trem (já voltarei para essa parte).
     Entramos no museu (que é surpreendentemente de graça) e damos de cara com pertences de imigrantes que passaram por lá e também computadores para saber a origem do seu nome. Subimos uma escada e entramos na verdadeira exposição, que é bem interativa, com vídeos e até jogos.
     Uma parte muito interessante é que eles deixaram os dormitórios do jeito que eram quando os imigrantes chegaram (com mobília e tudo).
     Como disse antes, o museu tem coisas bem interessantes. Por exemplo, temos a lanchonete que você come no jardim (gente, que delicia. Comi bolo quentinho com chá gelado olhando para aquele jardim lindo.
     Você tem o segundo lugar onde se tira fotos de época (claroooo que tirei. Dessa vez com a minha mãe e foi na verdade a primeira vez, não em Paranapiacaba como foi postado aqui no blog). E claro, temos a melhor parte, você pode andar de Maria Fumaça. Por 15 reais, você pode ter uma visita guiada por um museu de trens que fica bem atrás do Museu da Imigração. Essa volta de Maria Fumaça eu fiz com o meu namorado quando fomos buscar as fotos que tínhamos tirado, então ela vai ficar como outra postagem.
     Ah, mais uma coisa. Muita gente vem me perguntando como eu consegui a cidadania italiana. Aí está a resposta. Meu pai foi no Museu para pegar os documentos para a gente e foi de lá que ele levou os documentos para o consulado Italiano. Então recomendo para vocês irem procurar seus documentos por lá. Tirando o fato de você ter a chance de ver o museu. Lindissimo.